Memória Viva

Contribua para o resgate da história do Grupo CR Almeida, escrevendo seu depoimento sobre sua trajetória profissional e ligação com as empresas do Grupo. Vale aqui relatar curiosidades, desafios, homenagens, superação de dificuldades, histórias pessoais relacionadas ao trabalho, enfim, o seu depoimento. Eles serão incorporados ao banco de depoimentos do Centro de Memória, integrando-os ao acervo histórico das memórias das empresas.

Confira alguns dos depoimentos já registrados. Para ver todos, procure por depoimentos: memorial.cralmeida.com.br/Login.aspx

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Reinaldo Coimbra Belich - CR Almeida - 06/11/2012


"Na Central do Paraná eu entrei justamente para tocar os túneis, então a parte de túneis ficou sob a minha responsabilidade, realmente foi uma obra difícil. Ainda mais que nessa época no Brasil as tecnologias de obras de túneis ainda eram um pouco obsoletas; não havia tanta obra de túnel assim como tem hoje e como tinha na Europa, nos Estados Unidos, então realmente foi uma obra que nós executamos com muitas dificuldades, foi um aprendizado. E sempre, qualquer obra é um aprendizado."


Antônio Taborda Bueno - CR Almeida - 06/11/2012


"A CR Almeida, depois que comecei, foi sempre melhorando seus equipamentos. Quando estávamos na Central do Paraná, existiam aqueles tratores de esteiras enormes, que tinham uma força terrível. Tinha também a moto imperador, que são aquelas que têm uma lâmina por baixo, grandes e muito rápidas para fazer o serviço. Nós éramos acostumados com determinado tipo de equipamento, sempre que chegava um mais sofisticado e maior, ficávamos deslumbrados, porque era muito bonito."


Dultevir Guerreiro Vilar de Melo - CR Almeida - 06/11/2012


"E essa foi a estratégia que o Cecílio fez: ele comprou a Aranha, a Lysimaco da Costa, que eram do Paraná, então ele foi crescendo dessa forma, adquirindo empresas, foi a forma como ele conseguiu crescer mais rapidamente. Com isso ele foi agregando não só os atestados que essas empresas tinham, como também o pessoal, a equipe técnica dessas empresas."


Carla Cristina Brum - EcoRodovias - 07/11/2012


"Eu entrei no porto seco de Foz do Iguaçú em 2006, no setor aduaneiro, quando ainda éramos Eadi Sul. Na época, a empresa ainda tinha a política de ter apenas homens em seu quadro de funcionários, havia apenas uma mulher quando entrei. No começo foi difícil, mas com o passar do tempo, principalmente depois da criação da Elog, trabalhamos com muita determinação e foco para melhorar o setor e conquistar o respeito e a dedicação de toda equipe."


Ana Silvia Almeida - EcoRodovias - 07/11/2012


"Eu iniciei na Ecovias em 1998, para fazer a coordenação de uma área chamada Informações Gerenciais, dentro da área financeira, que era a área encarregada por instituir o processo orçamentário e de acompanhamento de custos. Foi muito interessante. A Ecovias era uma empresa de um segmento novo, então nos perguntávamos "o que é ou não importante controlar?" numa concessão rodoviária. Foi um desafio muito grande, ainda mais em uma empresa que tinha no início diversas culturas completamente diferentes. Eram mentalidades de empreiteiros ou de serviço público. Demorou cerca de dois anos para que nós tivéssemos de fato uma identidade Ecovias."


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